Posicionamento da AMB contra cigarro eletrônico repercute na imprensa
Ao longo dos últimos 30
dias, a AMB esteve presente na mídia participando de debates e declarações
importantes para defesa médica e para a sociedade. O principal deles foi a
discussão sobre a liberação do cigarro eletrônico.
A coletiva de imprensa da AMB, posicionando-se
contra o cigarro eletrônico, teve repercussão em 31 meios de comunicação, entre
eles a TV Globo, Folha de SP, Rádio CBN, TV Record e TV Cultura.
Com base em evidências científicas, a AMB é contra
o uso do dispositivo eletrônico, que é considerado tão prejudicial quanto o
cigarro comum.
Riscos e malefícios
dos DEFs (Dispositivos Eletrônicos para Fumar)
O que são os DEFs?
Cada vez mais comuns entre os jovens, os DEFs ou
cigarros eletrônicos (também chamados de vapes, e-cigarros ou pen drive) são
dispositivos mecânico-eletrônicos alimentados por bateria que exalam um
aerossol contendo nicotina, entre outras substâncias.
Quais são os
problemas provocados pelos DEFs?
Muitos acreditam que cigarros eletrônicos ajudam as
pessoas a deixarem de fumar cigarros comuns. Pensam também que eles são
“saudáveis” por exalar apenas “vapor de água”, não contendo substâncias tóxicas
e perigosas.
Mas, ao contrário do que a indústria do tabaco vem
apregoando, os cigarros eletrônicos não trazem nenhuma vantagem.
• Eles contêm nicotina, droga que leva
à dependência.
• Contêm ainda mais de 80 substâncias químicas,
incluindo cancerígenos comprovados.
• O uso da nicotina aumenta o risco de trombose,
AVC, hipertensão e infarto do miocárdio, entre outros.
• Estudos também mostram que o cigarro eletrônico
aumenta em cerca de três vezes as chances do usuário fumar também cigarros
comuns.
ATENÇÃO, MÉDICOS:
é muito importante alertar seus pacientes sobre todos os malefícios
provocados pelos cigarros eletrônicos. Essa é uma grave questão de
saúde pública.
Os DEFs são
permitidos no Brasil?
Em 2009, a ANVISA proibiu a venda e a propaganda
dos cigarros eletrônicos no país. Mas sua comercialização é intensa pela
internet. Agora, a ANVISA está na fase final de elaboração de seu posicionamento
quanto à liberação do uso dos DEFs.
A AMB e a SBPT (Sociedade Brasileira de
Pneumologia e Tisiologia) são veemente contra essa liberação.
Neste momento, a comunidade científica e de saúde
pública brasileira só esperam uma coisa da ANVISA: que não libere a
comercialização dos cigarros eletrônicos no Brasil. Os cigarros eletrônicos não
podem reverter décadas de esforços da política de controle do tabaco no País.
Veja o posicionamento oficial da AMB







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